Pensamento do dia

“Seja qual for a experiência que venha a você, deixe-a acontecer e depois siga em frente, descartando-a. Vá limpando sua mente o tempo todo. Vá morrendo para o passado, de forma a permanecer no presente, no aqui e no agora, como se tivesse acabado de nascer, como se fosse um bebê"

(OSHO)

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Se preferir, clique em todas as letras de seu nome. Com certeza algo baterá com o que você sente neste momento (nem que seja para lembrar o que você já passou e aprendeu nesta vida). Coloque nos comentários a primeira letra de seu nome, só para compartilharmos qual letra foi mais acessada hehehehe. Obrigada pela participação e espero que goste desse jogo!

PS: é apenas uma brincadeira e uma forma de te mostrar outros textos e, quem sabe, um novo questionamento. 

"Minha mulher ganha mais do que eu"

Hum...
Numa sociedade machista como a nossa isso pode ser um problemão. Mas os tempos mudaram e precisamos adaptar ao novo conceito de sociedade com igualdades. Igualdade no sentido de que uma mulher também pode ter sucesso profissional assim como o homem. Sou contra movimentos feministas onde, na verdade, só nos colocou com mais tarefas e não em igualdade. Agora a mulher conquistou o direito de trabalhar fora de casa, mas suas tarefas domésticas continuam em suas costas. Outro ponto é buscar o que cada gênero tem de melhor a aproveitá-lo. O homem tem mais força, até pela sua constituição física, e pode fazer trabalhos mais pesados. Ele também é mais prático e menos "emocional"que para uma empresa com cargo de gerência pode ser fundamental. A mulher é mais detalhista e emotiva, pode muito bem representar um cargo de confiança. E assim vai. Não gosto de generalizações. 

"Amor" que mata


Acabei de ver uma foto compartilhada no facebook de um casal. Na legenda a uma explicação para tal divulgação. A moça foi morta agora pouco (há poucas horas) e o criminoso está foragido. A mulher que divulgou tal foto diz ser amiga da vítima e, indignada com a situação, resolveu gritar ao mundo sobre essa barbaridade. Que amor é esse que mata? Estou escrevendo aqui e a cena da novela é sobre a personagem Celeste (de "Fina Estampa") que está na dúvida se denuncia ou não o marido por bater nela. E aí, você denunciaria seu marido por violência física? Sei que é fácil falar e que na prática há um medo intenso do agressor ser solto e se vingar. As punições são brandas e a injustiça está presente. Precisamos mudar nossas relações e não permitir tal abuso e violência. A mulher não é um objeto de posse. Uma mente perturbada por ser capaz de atrocidades, mas NUNCA permita que um simples empurrão se transforme numa história trágica. Se a relação já chegou na violência é por que acabou o respeito. Insistir numa relação falida e destrutiva é colocar a própria vida em risco. Não deixe seu medo te impedir de ser feliz. Ficar com a pessoa errada dói muito mais do que ficar só e aguardar a pessoa certa.

Relações destrutivas

Uma constante em meu consultório é a queixa conjugal. Bom, nenhum casamento é perfeito (com excessão nos comerciais de margarina, que se for pensar, duram apenas 30 segundos). Mas o que seria então uma relação destrutiva? Ficar num relacionamento onde não há mais respeito, admiração, companheirismo, etc, é manter-se num relacionamento destrutivo, pois você vai se destruindo aos poucos. Não faz bem a nenhum dos dois. Mas ressalto que não me refiro a "crises conjugais" e sim a falta de compatibilidade entre um casal.Crises devem ser superadas e trabalhadas. Não podemos ser radicais. Percebo que atualmente muitas pessoas não toleram frustrações e vivem na fantasia de que um casamento tem que ser preenchido somente com felicidade constante. Na primeira briga, pronto, vamos separar! Mas e nas uniões onde as brigas são constantes e nenhum dos dois trabalha para melhorar e encontrar suas falhas?

Tenho uma dificuldade em encaminhar pacientes para terapia de casal. Uma por que falta terapeutas especializados, e outra é a resistência do casal. 

Abaixo colocarei um emal enviado por uma leitora:

Casados, custe o que custar...


Manter uma família é uma tarefa bem complicada nos dias de hoje. Filhos, escola, trânsito, violência, contas, contas e não vamos esquecer de mais contas. Mas será que compensa manter um casamento a todo custo? Muitas pacientes me procuram com o mesmo discurso: infelizes até que a morte os separem.

Agora vamos pensar nos filhos. Manter a união de um casal infeliz, com brigas, desrespeitos, humilhações e até negligências usando os filhos não é nada ponderado. Então pense se você não está fazendo o mesmo. Não se desfaz um casamento na primeira discussão, mas e depois de milhares? Depois de terem tentado de tudo será que a alternativa mais sábia não seria separar de forma civilizada? CIVILIZADA!

Muitos pacientes (crianças e adolescentes) reagem aos conflitos no ambiente familiar. Não precisam de remédio, e sim de paz na família. Um lar desajustado reflete no mundo. Como? É só olhar o tanto que nossa sociedade está conflituosa.

Por mais difícil seja terminar uma união, pior será manter uma família num lar desequilibrado. Se tiver que procurar ajuda profissional para resolver alguns problemas, procure. Mas não use o(s) filhos(s) para justificar um medo de enfrentar mudanças.

Uma bela noite,

Mariza Matheus